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  • Máquina Solda TIG 200  AC/DC 110/220V
  • Máquina Solda TIG 200  AC/DC 110/220V

COD:
004526

Máquina Solda TIG 200 AC/DC 110/220V

Máquina de solda TIG 200 AC/DC

– Solda chapas de até 1/4" (6,35mm) diretamente com excelente penetração. Apesar de sua alta potência, também realiza soldas em chapas finas a partir de 0,7mm.

– Além de tudo serve como uma inversora. Com ela você pode inclusive soldar eletrodos para reparos e manutenções urgentes em campo.

– Bivolt, pode ser ligada tanto em 110 quanto em 220V que a máquina reconhece e funciona automaticamente.

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Especificações

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

 

Entrada

110 / 220V

Amperagem

200A @ 60%

Espessura chapa

0,75 a 6,5mm

Materiais

Alumínio, Inox e Carbono

Peso

25,5 Kg

Abertura arco

HF

Eletrodos

Até 4mm

Máquinas de Solda TIG ac/dc para soldagem de alumínio, inox e ferro carbono. Solda sempre com gas argônio. Solda de alta qualidade. Em Porto Alegre fica nossa loja, onde você sempre irá encontrar suporte e assistência. O processo TIG (Tungsten Inert Gas) se caracteriza por um arco voltaico estabelecido entre um eletrodo de tungstênio, dito não-consumível, e a peça a ser soldada, o que em alguns casos permite a soldagem de chapas metálicas finas (abaixo de 3 mm) sem utilização de metal de adição. Metais ferrosos, tais como o aço inoxidável, são soldados na condição CC- (corrente contínua e eletrodo conectado ao terminal negativo da fonte de soldagem). Nesta condição, a corrente é conduzida através do plasma, parcialmente por íons e principalmente por elétrons que são emitidos a partir do eletrodo de tungstênio (cátodo) [1]. O tungstênio é um metal que pode atingir temperaturas extremamente altas em sua superfície, o que permite que estes elétrons sejam emitidos por efeito termiônico quando a energia acumulada supera um dado valor necessário (relacionada com a função-trabalho do material) [2]. Quando emitindo elétrons termionicamente, a mancha catódica (onde os mecanismos de emissão ocorrem) localizada na ponta do eletrodo de tungstênio apresenta uma densidade de corrente que, segundo Lancaster [3], deve estar entre 106 e 108 A/m2. A Equação (1), conhecida como equação de Richardson-Dushman, mostra que maiores densidades de corrente são atingidas quanto maior for a temperatura do cátodo e menor a sua função-trabalho. Portanto, quanto mais alta a temperatura que o cátodo pode atingir, mais fácil atingirá a faixa de densidade de corrente característica da emissão termiônica.

Solenge Soldas

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